A Reforma Gregoriana: trajetórias historiográficas de um conceito

Autores

  • Leandro Duarte Rust UFMT
  • Andréia Cristina Lopes Frazão da Silva UFRJ

DOI:

https://doi.org/10.15848/hh.v0i3.62

Palavras-chave:

Reforma Gregoriana, Histografia, Idade Média.

Resumo

A expressão Reforma Gregoriana figura entre os conceitos mais freqüentes  no estudo da história ocidental e, em especial, do mundo medieval. Referência básica na formação de nossos historiadores, esta expressão, contudo, raramente tem sua trajetória intelectual apresentada. A carência de estudos dedicados à dimensão historiográfica que define este conceito-chave do conhecimento histórico, revela-se ainda maior em nossa língua portuguesa. Temos pouquíssimos trabalhos que oferecem ao leitor respostas para questões como: quais as idéias centrais veiculadas por estes termos? Quais os principais controvérsias e debates suscitados por eles junto aos historiadores? Quais as posições recentemente assumidas pelos estudiosos em relação ao seu emprego? O artigo aqui apresentado tem como propósito tratar destas questões. Para isso, apresentaremos um breve panorama das principais etapas da trajetória historiográfica que marcaram a formulação e o uso da expressão conceitual Reforma Gregoriana ao longo do século XX.

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Biografia do Autor

Leandro Duarte Rust, UFMT

Doutorando da UFF, Professor do Fepartamento de História da UFMT, pesquisador do Vivarum e do Programa de Estudos Medievais da UFRJ; Diretor de Comunicação Social da Associação Brasileira de Estudos Medievais (ABREM)

Andréia Cristina Lopes Frazão da Silva, UFRJ

Mestre em História Antiga e Medieval , UFRJ, Doutora em História Social. Professora do Departamento de História da UFRJ, Coordenadora do Programa de Estudos Medievais (UFRJ) e pesquisadora do CNPq.

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Publicado

2009-11-08

Como Citar

RUST, L. D.; FRAZÃO DA SILVA, A. C. L. A Reforma Gregoriana: trajetórias historiográficas de um conceito. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, [S. l.], v. 2, n. 3, p. 135–152, 2009. DOI: 10.15848/hh.v0i3.62. Disponível em: https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/view/62. Acesso em: 2 ago. 2021.

Edição

Seção

Artigo