A emergência dos sujeitos sociais na historiografia sobre a Guerra do Contestado
DOI:
https://doi.org/10.15848/hh.v0i23.1051Palavras-chave:
Ação, Brasil, HistoriografiaResumo
O objetivo desta reflexão é analisar o percurso historiográfico sobre o Movimento do Contestado e demonstrar como este conflito foi pensado, principalmente academicamente, ao longo dos séculos XX e XXI. Interessa verificar como os estudiosos do tema entenderam a participação dos atores sociais que se reuniram nas Cidades Santas, opondo resistência ao exército e aos governantes republicanos entre os anos de 1912 e 1916. Inicialmente foram resgatadas as primeiras narrativas sobre a guerra, com o propósito de verificar qual olhar sobre os rebeldes foi veiculado. Em seguida, foram analisadas obras paradigmáticas para a historiografia acadêmica sobre o tema, produzidas durante a segunda metade do século XX e primeira década do século XXI. Nestes estudos, foi observado a maneira como os pesquisadores compreenderam a ação dos grupos envolvidos no conflito e os caminhos adotados nesses estudos à medida que novas perspectivas teóricas foram incorporadas.
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