Temporalidade, Historicidade e Presença em uma Análise do Prólogo do Picatrix (séc. XIII)
DOI:
https://doi.org/10.15848/hh.v0i22.1028Palavras-chave:
Temporalidades, História medieval, HistoricidadeResumo
O presente artigo tem por objetivo apresentar uma reflexão historiográfica, cujos fundamentos são encontrados nos conceitos de temporalidade e historicidade concebidos por Martin Heidegger. Para tanto, serão apresentados alguns aspectos da obra Ser e Tempo (Sein und Zeit), articulados com as interpretações e considerações de outros autores como Reinhart Koselleck, Hans Ulrich Gumbrecht, Cezar Luís Seibt e Valdei Lopes Araújo. Dessa forma, pretende-se contribuir com a construção das categorias historiográficas de temporalidade e historicidade. No segundo momento do texto, à guisa de exemplo, essas categorias serão aplicadas na análise de um documento medieval de astromagia, traduzido do árabe para o castelhano e o latim na corte do rei Afonso X de Castela, o Picatrix. Constata-se que a sociedade medieval, por se tratar de uma “cultura de presença” como propõe Gumbrecht, é um rico laboratório para a compreensão da fluidez das temporalidades e do fenômeno histórico da transculturalidade
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